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Pedro Santos

Sumaré (SP)
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Sobre mim

Estagiário
Formando da Universidade Mackenzie, militante na área tributária em defesa da Municipalidade de Campinas; além de ser dotado de vasta experiência na área empresarial e civil em um eminente escritório de advocacia da RMC.

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Pedro Santos
Comentário · há 12 anos
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Shankar Cabus, Analista de Desenvolvimento de Sistemas
Shankar Cabus
Comentário · há 11 anos
Opa, excelente artigo, Tagore! Como sou o autor do texto que você cita (http://shankarcabus.jusbrasil.com.br/artigos/188967425/juridiques-faz-sentido), deixa eu tentar explicar melhor meu ponto de vista:

O primeiro ponto que abordo é que a comunicação é uma via de mão dupla. A gente fala para ser entendido. Então, quando o interlocutor é advogado, que conhece todos os termos jurídicos, é mais que necessário usar esses termos técnicos para facilitar a comunicação. Mas quando o professor se propõe a ensinar uma matéria de cunho jurídico à um público leigo, ele deve sim se preocupar se está sendo entendido.

Não adianta eu te explicar porque seu computador está quebrado usando termos técnicos (como "seu disco rígido foi corrompido, causando um crash no SO que provavelmente compremeteu as variáveis de ambiente do core"), vou perder meu tempo falando o que você não vai entender e você vai perder seu tempo tentando entender (como agora).

O segundo ponto, é que realmente existe uma confusão entre o que é termo técnico ou não. Muitos termos não são técnico, são apenas sinônimos pouco usados de uma outra palavra, como:

"Observa-se, da análise desse preceito, que a atividade investigatória se coaduna com as finalidades da instituição, cuidando-se, deveras, de um poder que se encontra implícito na função acusatória que lhe foi conferida constitucionalmente."

Que poderia ser "traduzido" como:

"Observa-se, assim, que a atividade investigatória está interligada com as finalidades da instituição, cuidando, desta forma, de um poder que se encontra implícito na função acusatória que a constituição lhe garantiu."

Mantém os termos técnicos, mas é mais simples, claro, objetivo e gostoso de ler.

E, por fim, o terceiro ponto é a prolixia, que julgo desnecessária em todos os casos.

Por isso, digo no final que se os advogados escrevessem menos e fossem mais claros (inclusive entre eles mesmos), teriam mais tempo para fazer outras atividades prazerosas, já que a população se identificaria mais com a leitura jurídica, poupando um precioso tempo do profissional do Direito.

Abração
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